“Cobrar posicionamento político coerente não é perseguição. Isso acontece há quase quase um ano, principalmente a partir do momento em que o presidente Jair Bolsonaro anunciou Flavio Bolsonaro candidato e desde então, foi e É, repito e É, boicotado e IGNORADO diariamente” , escreveu .
Em outra publicação , 1 minuto depois, o senador eleito afirmou que a situação de Flávio não pode ser desconsiderada no atual cenário político. “Fazer isso não é inocência, mas a mais pura maldade e desleixo com qualquer brasileiro” , declarou.
A disputa pela Presidência do Senado é um dos episódios que expõem as divergências na direita. A senadora Tereza Cristina (PP-MS) é vista como uma terceira via na disputa, que tem como principais adversários o senador Rogério Marinho (PL-RN), representante da oposição, e o atual presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), que busca a reeleição. A votação será realizada em 1º de fevereiro de 2027.
A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) declarou apoio a Tereza Cristina, contrariando a orientação do PL, conforme noticiado pelo Metrópoles .
As articulações também envolvem a disputa por espaço na direita para as eleições presidenciais de 2030. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), admitiu a possibilidade de disputar o Palácio do Planalto naquele ano.
Flávio também colocou seu nome como possível candidato no próximo pleito. Em entrevista à Folha de S.Paulo , publicada na 6ª feira (6.nov), o senador afirmou que tem o direito de concorrer em 2030, caso queira e tenha o apoio do PL. Ele também disse que, se o pai recuperar os direitos políticos, Jair Bolsonaro será seu candidato.
“Se houver eleição antes, tenho esse direito; em 2030, também, se eu quiser e o partido concordar” , declarou.

