A peça eleitoral reúne falas do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), de Marina Silva (Rede) e de Simone Tebet (MDB). Os 3 já disputaram a Presidência contra Lula ou Dilma Rousseff (PT), em diferentes eleições.

Outros aliados de Lula também aparecem no vídeo, como Guilherme Boulos (Psol-SP), André Janones (Rede-MG) e Otoni de Paula (PSD-RJ).

Marina Silva aparece em uma declaração sobre corrupção atribuída a Lula. Tebet, por sua vez, afirma: “O Lula não tem a capacidade de fazer um mea-culpa” . Boulos aparece em seguida, em uma entrevista, dizendo que “não há dúvidas de que houve corrupção no governo do PT”. Alckmin aparece em uma declaração de 2017 sobre o presidente: “Depois de ter quebrado o Brasil, Lula diz que quer voltar ao poder” .

No fim do vídeo, a imagem de Lula é editada com sombras que simulam chifres, em uma representação associada a uma figura maligna. O locutor encerra a peça do PL com a seguinte declaração: “A verdade está na boca da esquerda. Até que o alarme toque, avisando que é hora de se juntar a um presidente. Neste momento, as máscaras caem e os iguais se atraem. Eles te distraem com falsos discursos, falsos sorrisos, enquanto te traem” .

🎥 #Vídeo ➡️ A campanha do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (@FlavioBolsonaro) (PL) publicou na 3ª feira (13.out.2026) um vídeo em que recupera as falas de políticos apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (@LulaOficial) (PT) nas quais criticam ele e o PT por “corrupção”.

💬 A peça eleitoral traz falas do vice-presidente Geraldo Alckmin (@geraldoalckmin) (PSB), de Marina Silva (@MarinaSilva) (Rede) e Simone Tebet (@simonetebetbr) (MDB) —os 3 já concorreram ao Planalto contra Lula ou Dilma Rousseff (@dilmabr) (PT) em diferentes anos.

🎥 O vídeo abaixo é uma reprodução e não reflete necessariamente o posicionamento deste jornal digital.

⬇️ Assista ao vídeo:

— Poder360 (@Poder360) October 14, 2026

As falas fazem referência à acusação contra Lula feita durante a investigação Lava Jato . Ele f oi condenado por várias instâncias da Justiça, passou 580 dias preso na carceragem da Polícia Federal em Curitiba (PR), conseguiu anular os processos , ficou livre e foi eleito presidente da República .