O ranking do Fundo utiliza como parâmetro o valor corrente em dólares do Produto Interno Bruto (PIB) e prevê que Estados Unidos e China continuarão nas duas primeiras posições em todo o período.

A projeção é que o Brasil fechará este ano com PIB de US$ 2,65 trilhões em valor corrente, pouco atrás da Itália (US$ 2,7 trilhões) e da Rússia (US$ 2,83 trilhões). No ano que vem, no entanto, o produto brasileiro deve atingir US$ 2,88 trilhões, passando tanto Itália (US$ 2,77 trilhões) como Rússia (US$ 2,68 trilhões).

Isso deve acontecer a despeito da revisão para baixo do crescimento relativo estimado do PIB brasileiro – de 2,4% para 2,2% em 2026 e de 2,2% para 1,9% em 2027.

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Os Estados Unidos devem fechar o ano com PIB de US$ 32,64 trilhões e a China virá a seguir, com US$ 21,55 trilhões. Vão complementar o top 10 em 2026 a Alemanha (US$ 5,47 trilhões), o Japão (US$ 4,34 trilhões), o Reino Unido (US$ 4,27 trilhões), a Índia (US$ 4,06 trilhões), a França (US$ 3,55 trilhões), a Itália, a Rússia, e o Brasil.

Pelas projeções, em 2028, o Canadá deve entrar no grupo das 10 maiores economias, chegando a um valor de US$ 2,75 trilhões. A Coreia do Sul também fará parte da relação em 2031, com US$ 3,07 trilhões.

Outra mudança importante é a Índia chegará à 4ª colocação no ranking em 2027, com US$ 4,52 trilhões de PIB, e que chegará ao 3º lugar em 2031 (com US$ 6,74 trilhões), passando a Alemanha.

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