Durigan afirmou que a proposta já existe e integra a reforma tributária , que passa a valer em 2027.

“Eu quero falar com você de dinheiro que volta para o bolso das famílias brasileiras. A partir de janeiro do próximo ano, tem uma novidade trazida pela reforma tributária, que vai mudar a sua vida. O governo federal vai fazer um Pix na conta das famílias com renda mais baixa, devolvendo parte dos impostos pagos nas compras do dia a dia” , disse Durigan.

Segundo o ministro, a reforma tributária irá estabelecer é um cashback . “Nada mais é do que devolver o dinheiro” , completou. Durigan também afirmou que o Pix da reforma tributária “já é lei” .

“ Flávio Bolsonaro é contra a reforma tributária e quer adiar a isenção da cesta básica, o desconto nas contas do dia a dia e também o Pix na conta das famílias com mais baixa renda. Agora, na véspera da eleição, ele falou de uma outra devolução do Pix como se fosse uma grande novidade. De quanto é essa devolução? Quem recebe? De onde sai o dinheiro? Isso ninguém explicou”, disse Durigan.

“VIRA PIX” E CASHBACK

O “Vira Pix” proposto por Flávio devolveria parte dos valores pagos pelos brasileiros em contas de luz, prestações e taxas, em parceria com a Caixa Econômica Federal. A campanha não detalhou quais pagamentos seriam contemplados, os percentuais de devolução, o prazo de implementação nem o custo da medida.

Já o cashback da reforma tributária, que entrará em vigor em janeiro de 2027, contempla famílias de baixa renda inscritas no CadÚnico (Cadastro Único) e estabelece a devolução de parte dos impostos pagos.

Flávio defende mudanças na reforma tributária aprovada durante o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O coordenador-geral da campanha do candidato do PL, Rogério Marinho (PL), já defendeu suspender por 1 ano a implementação do novo sistema para rever algumas mudanças.

Entre os pontos que Flávio disse que pretende revisar caso vença o 2º turno das eleições estão: alíquota do IVA (Imposto sobre Valor Agregado), período de transição, benefícios fiscais concedidos a determinados setores, split payment , imposto seletivo e custos dos fundos criados pela reforma.