Entre as informações que a campanha de Flávio quer obter estão os registros de 42 visitas de Roberta Luchsinger a órgãos federais, o uso do avião presidencial por ela e as despesas realizadas por meio de cartões corporativos do governo.
O ex-procurador e senador eleito Deltan Dallagnol (Novo-PR) também mencionou o chefe de gabinete de Lula, conhecido como Marcola, que teria recebido mais de R$ 249 mil de Roberta Luchsinger. A campanha quer ainda ter acesso aos registros de entradas e saídas nos palácios presidenciais. “Isso nem deveria estar sob sigilo, porque, afinal das contas, a gente está falando de dinheiro público” , disse a advogada.
Questionada se a entrega dos documentos pela campanha de Flávio estava condicionada à análise prévia do material apresentado por Lula, Maria Claudia foi direta: “Eu quero ver o que ele trouxe” .
Deltan escalado para análise
Como mostrado pelo Poder360 , a campanha de Flávio escalou o ex-procurador e senador eleito Deltan Dallagnol (Novo-PR) para analisar os registros financeiros obtidos com a quebra de sigilos do presidente Lula e de seus associados. Segundo a campanha, Deltan tem conhecimento sobre a operação Lava Jato, incluindo “as teias que envolveram figuras centrais do PT e negócios ligados a Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha” .

