A falha no código-fonte da linguagem de programação PHP permanecia oculta há mais de 10 anos, de acordo com relatórios independentes de duas empresas de cibersegurança. O PHP sustenta cerca de 75% dos sites da web pública.
A empresa Wiz, de segurança em nuvem, afirmou que desenvolvedores localizaram o problema com o auxílio de IA e lançaram correções. A descoberta envolveu a empresa Wiz com sua ferramenta autônoma Wiz Atlas, combinada aos modelos Gemini 4 Argon ( Google ) e GPT-5.6 Sol (OpenAI).
Especialistas alertaram que, após a publicação das atualizações, cibercriminosos passaram a usar ferramentas de IA para fazer engenharia reversa das falhas de forma rápida. O movimento criou uma disputa entre invasores e administradores de servidores antes da aplicação dos pacotes de segurança.
SITES FORA DO AR
Órgãos governamentais de países como Holanda, França, Dinamarca e Finlândia desligaram portais públicos e serviços de rede para evitar invasões. Outras nações, incluindo Reino Unido, Japão e Estados Unidos, emitiram alertas de emergência ou orientaram a atualização imediata dos sistemas.
Plataformas e bibliotecas digitais, como a Wikipedia e o Internet Archive, desativaram parte das estruturas temporariamente para aplicar os ajustes. A Amazon declarou ter detectado tentativas de exploração das vulnerabilidades em seus sistemas de teste (honeypots) dias antes da divulgação pública.
