Declarou, entretanto, que os nomes seguirão os mesmos critérios que os indicados até aqui, sem causar isolamento ao atual presidente Gabriel Galípolo ou outro integrante da autoridade monetária.
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“Nós não tivemos nem espaço de conversar com o presidente sobre novas indicações para o Banco Central. Isso vai ser feito com rigor técnico, como sempre foi feito, com diferentes perfis, mas sempre técnicos e os melhores para aquelas posições”, disse Durigan.
O ministro afirmou ainda que não discutiu sucessão na Fazenda com Lula e que os únicos economistas com quem o presidente tem conversado são os da própria equipe.
“Não há nenhuma mudança de perspectiva, mudança de avaliação ou de critério para essas indicações. Então, não faz nenhum sentido e ninguém vai se sentir isolado ou menosprezado se você tiver, de novo, respeitado a competência do presidente, uma indicação técnica que busque convergir as políticas do governo para a melhoria da vida das pessoas”, completou Durigan.
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