A decisão ocorre em meio ao avanço chinês na chamada IA física, aplicada a máquinas capazes de executar tarefas no mundo real.
A ABB informou nesta quinta-feira (5) que foi comunicada pela SoftBank sobre a decisão de um órgão chinês responsável por analisar investimentos estrangeiros. A companhia japonesa não comentou.
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Anunciada em outubro de 2025, a transação tinha conclusão prevista para este ano, mas dependia do aval de Pequim, já que a China é o maior mercado da divisão de robótica da ABB.
O país lidera o mercado global de robôs industriais e busca ampliar sua vantagem em automação. Equipamentos da ABB, como braços robóticos e veículos autônomos, são utilizados em fábricas e centros de pesquisa chineses, gerando dados e conhecimento considerados valiosos para treinar sistemas de IA.
Em 2022, o grupo suíço inaugurou uma fábrica de robótica de US$ 150 milhões em Xangai.
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O veto também reflete o endurecimento do controle chinês sobre aquisições transfronteiriças e a disputa tecnológica com os Estados Unidos, que restringem o acesso de Pequim a chips avançados. O episódio aumenta a tensão com o Japão, aliado de Washington e envolvido em atritos recentes com a China em torno de Taiwan.
Fundador da SoftBank, Masayoshi Son via a compra da ABB como forma de acelerar sua aposta em IA física. O grupo japonês detém 13% da OpenAI , após investir cerca de US$ 64,6 bilhões, segundo dados de 1º de outubro.
*Com informações da Dow Jones Newswires
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado

