A ordem da 2ª Vara de Execuções Fiscais da Justiça Federal de São Paulo é de 28 de outubro de 2026. Determina que pagamento seja feito até 5 dias a partir da citação do executado. Não há informação disponível sobre a realização da citação. Leia a íntegra da decisão (PDF – 441 kB).

O Poder360 procurou Goodhead. A assessoria de imprensa do advogado disse que não haverá declaração sobre o tema. O texto será atualizado caso uma manifestação seja enviada a este jornal digital.

A execução fiscal tem como alvo a empresa Thomas Arthur Morgan Goodhead Sociedade Unipessoal Limitada. A Procuradoria Geral da Fazenda Nacional cobra valores inscritos na Dívida Ativa da União.

A cobrança refere-se a pagamentos de PIS (Programa de Integração Social) e Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social) que deveriam ter sido feitos em 2024. O escritório da empresa de Goodhead fica na av. Paulista, em São Paulo.

AÇÃO DE 36 BILHÕES DE LIBRAS

O advogado fundou em Londres em 2018 o escritório Pogust Goodhead , que representa vítimas do desastre de Mariana em ação de 36 bilhões de libras (R$ 266 bilhões) contra a mineradora anglo-australiana BHP , sócia da brasileira Vale no controle da Samarco.

Goodhead saiu do cargo de CEO do escritório em agosto de 2025 por divergências com financiadores. Deixou o escritório em setembro de 2025. Em setembro de 2026, passou a integrar o escritório BGI (Bailey Glassler International), que também representa vítimas de Mariana na ação em Londres.