A medida foi adotada no mesmo dia em que o magistrado decretou a prisão preventiva do CEO do Ueno Bank, Federico Miguel Vázquez Villasanti, e de outros 5 diretores da instituição: Juan Manuel Gustale, Julio Daniel Rey Fernández, Alejandro Gómez Abente, Diego Fernando Duarte Schussmuller e Miguel Ángel Almada Frutos.

Para as executivas Diana Leticia Mongelos González e Mariana Torres Rubiani, também diretoras do Ueno Bank , o magistrado determinou prisão domiciliar com uso de tornozeleira eletrônica.

As contas bancárias registradas em nome das 34 pessoas físicas e jurídicas listadas, em qualquer instituição financeira do país, também foram imobilizadas preventivamente. O objetivo declarado na decisão judicial é preservar recursos que possam responder pela reparação dos danos investigados.

EMPRESAS E PESSOAS ATINGIDAS

A medida alcança, além dos diretores do Ueno Bank , os seguintes executivos de empresas ligadas à instituição:

José Augusto Sala Cardozo;

Vanessa Esther Godoy Ayala;

César Javier Mengual Mazacotte;

Miguel Ángel Garay;

Luis Ernesto Angulo Rivera;

Guillermo Vázquez Maniagurria.

A decisão também abrange os seguintes réus:

Luis Fernando Rios Espínola;

André Gayol Pires;

Nicolás S. Di Iorio Olivares;

Mauro Vargas Wildberger;

Cecilia Domínguez Elizeche;

Martín Vargas Wildberger;

Glória Villasanti Farinha;

Raúl Fernando Sánchez Gómez.

No caso das pessoas jurídicas, a medida se aplica às seguintes empresas vinculadas ao Ueno Bank:

Grupo Hendy S.A.;

Grupo M S.A.;

O Ministério do Trabalho do Paraguai também iniciou procedimentos para verificar a situação trabalhista dos funcionários das empresas vinculadas ao Grupo Ueno, por meio de suas equipes de inspeção e fiscalização.