A receita bruta aumentou 13,3%, para R$ 2,7 bilhões, com a divisão de medicina diagnóstica ⁠voltada ao consumidor (B2C) ​registrando crescimento de 14,1% (9,3% orgânico). A marca Fleury ​mostrou incremento de 8,9% na receita no período.

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Projeções ⁠compiladas pela LSEG apontavam lucro ⁠de R$ 248,3 milhões e receita de R$ 2,5 ​bilhões.

A ‌unidade de negócio que faz processamento de exames ⁠em hospitais e para laboratórios de diagnósticos em todo o país (B2B) apurou acréscimo de 12,7% na receita no terceiro ‌trimestre, ⁠enquanto a divisão ‌novos elos, que oferece serviços como infusão de medicamentos, ortopedia, oftalmologia, centro cirúrgico ambulatorial e medicina reprodutiva, ⁠teve expansão de 8,4%.

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O lucro ⁠antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) somou R$ 672,2 milhões, ‌alta de 12,2% ano a ano, também um pouco acima das previsões compiladas pela LSEG, que apontavam R$ 665,2 milhões. A margem nessa métrica passou para ‌27,1%, ante 27,4% um ano antes.

A geração de caixa operacional totalizou R$ 798,5 milhões no trimestre, 11,1% ⁠superior ao número do mesmo período do ano anterior.

O grupo encerrou o trimestre com dívida líquida/Ebitda de ​1,0 vez, ante 1,1 vez ao final de junho, ​o que considera “uma posição bastante confortável em meio a um cenário macroeconômico ainda caracterizado por taxas de juros elevadas”.