O fenômeno, também conhecido popularmente como tempestade solar, pode provocar interferências mínimas em satélites, sistema de comunicação e redes de celulares, especialmente em regiões mais altas. A expectativa é que não haja interferência perceptível nos serviços no Brasil.
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O fenômeno tem origem no buraco coronal, uma região da atmosfera do Sol que a configuração magnética facilita a saída de partículas.
Essas partículas são carregadas por uma corrente de vento solar de alta velocidade, que se desloca pelo espaço e pode chegar a terra. Ao alcançar o ambiente terrestre, as partículas interagem, em diferentes níveis, com o campo magnético do planeta, o que provoca a chamada tempestade geomagnética.
O Boletim divulgado pelos EUA classifica a incidência como de nível g1, considerado baixo. Há a possibilidade de que as tempestades solares evoluam para o nível G2, considerado de interferência moderada.
As perturbações nos sistemas de comunicação são mais prováveis de ocorrer entre a noite desta sexta-feira e o início do sábado. A intensidade da interferência depende de fatores como a velocidade do vento solar e a orientação do campo magnético que as partículas transportam.
Apesar dos possíveis impactos, a tempestade prevista para esta semana não representa perigo para a população na terra. O fenômeno também pode favorecer o aparecimento de auroras boreais e austrais durante o período.
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