Segundo a empresa, o adiamento decorre da necessidade de prazo adicional para concluir os trabalhos de elaboração, consolidação e revisão das informações contábeis e financeiras, no contexto dos processos operacionais relacionados à recuperação judicia l em curso.
A companhia afirmou que a extensão do cronograma busca assegurar a consistência, a precisão e a conformidade técnica das demonstrações financeiras, além de atender às exigências regulatórias.
O Grupo Casas Bahia teve o processamento de sua recuperação judicial autorizado pela Justiça de São Paulo em 21 de outubro. A decisão abrange a companhia e outras 9 empresas do grupo.
O pedido havia sido apresentado em 16 de agosto, com o objetivo de renegociar cerca de R$ 17,3 bilhões em dívidas e manter as operações. A Justiça também manteve a suspensão de ações e execuções contra as empresas, conforme as ressalvas previstas em lei.
A autorização para o processamento da recuperação judicial não representa a aprovação do plano de recuperação. A proposta ainda deverá ser submetida à análise dos credores.

